Uma análise da correlação entre atividade física e percepção da imagem corporal em idosos

Atividade Física e Idoso

Atividade Física e Idoso

Nas últimas décadas, tem havido um aumento significativo da população idosa, e com isso os estudiosos passaram investigar formas de cuidar da qualidade de vida dessa população. Novas estratégias surgem para o melhor conhecimento das características do idoso, a fim de compreendê-los e auxiliá-los. Dentre os fatores importantes para uma vida com qualidade está a prática de atividade física, que interfere diretamente na capacidade de independência, na auto-estima e principalmente na sua imagem corporal. Buscamos com esse estudo mostrar a percepção de idosos ativos e inativos sobre sua imagem corporal e se a prática de atividade física interfere nesse conceito.

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Por: Miriam de Melo Gonçalves Assunção e Helena Brandão Viana

Fonte: EFDeportes.com.com

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Perfil epidemiológico da obesidade em crianças: relação entre televisão, atividade física e obesidade

Obesidade Infantil

Obesidade Infantil

Aparentemente, é possível que a escolha por um modo de vida mais sedentário possa estar colaborando para o aumento da obesidade infantil. Deste modo, o principal objetivo do presente trabalho foi investigar a prevalência da obesidade em crianças entre 10 a 11,9 anos, alunos da 4a série do Ensino Fundamental do Colégio Pedro II, Unidade Tijuca I, do turno da manhã. A amostra constou de 56 crianças, de ambos os sexos, deste grupo escolar. Foram realizadas medidas antropométricas com as crianças e questionários com seus pais. No levantamento sobre a obesidade, pôde-se observar que a média do percentual de gordura ficou em 25,22 (± 10,91), e mais da metade da amostra situou-se dentro das faixas não desejáveis, indicando uma alta prevalência da obesidade. Os dados mostraram, ainda, uma grande tendência ao sedentarismo. A média de tempo semanal dedicado à atividade física perfez um total de 476,25 minutos, por criança, enquanto que a média de tempo destinado a assistir à televisão foi de 1.103,03 minutos. Apesar da falta de consenso na literatura, os resultados do presente estudo demonstraram uma elevada prevalência da obesidade, na amostra escolhida, e uma alta e significante associação entre o tempo dedicado à televisão e essa prevalência (p<0,01).

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Atividade física no inverno

Exercícios

Exercícios

O inverno chegou! E com ele veio o frio gostoso que não dá vontade de fazer nada além de ficar curtindo um cobertor e comidas quentes. Ou seja: àquela famosa “preguiça”.
Para quem mora no nordeste a estação chega bem no meio das festas juninas e apesar de algumas pessoas fazerem uma verdadeira maratona de forró, gastam muito menos calorias do que consomem degustando a culinária da época.
Com tanta mudança na rotina por causa do clima uma delas é deixar de fazer atividade física certo? ERRADO! No inverno o seu corpo fica susceptível as doenças e um dos benefícios do exercício é fortalecer o sistema cardiorrespiratório que é o mais prejudicado nesta estação. Interromper os exercícios por um determinado tempo é voltar a “estaca zero”, pois seu organismo vai precisar de um determinado tempo para adquirir tudo que foi conquistado.
Um dos princípios do treinamento desportivo é a continuidade. “O aprimoramento do desempenho ocorre ao longo do tempo, desde que o treinamento seja contínuo. Pelo fato de o organismo adaptar-se a um nível habitual de solicitação, os efeitos de treinamento revertem-se caso o individuo torne-se inativo, ou seja, os efeitos do exercício são transitórios e o organismo também pode adaptar-se a inatividade” (Guedes- 2008). Com isso aquela tão sonhada boa forma almejada por quase todos no verão começa a ficar comprometida, pois se você treina no inverno, no verão só irá se preocupar em manter.
Além disso, com o frio o metabolismo corporal fica mais acelerado para manter a temperatura do organismo quando somado a pratica de atividade física resulta em maior gasto calórico proporcionando o emagrecimento.
Apesar dos benefícios apresentados convém considerar alguns aspectos:
1.    Se você não pratica nenhum tipo de exercício e pretende começar agora, o ideal em qualquer estação do ano é procurar um médico para saber como anda a sua saúde. É muito importante ir ao cardiologista e não inicie os exercícios físicos sozinho. Procure um profissional de Educação Física ele vai prescrever a atividade física ideal para você.
2.    Aumente o tempo de aquecimento para prevenir lesões;
3.    O tempo está frio, mas ao se exercitar o seu corpo produzirá calor. Por isso para evitar intermação (dificuldade do corpo de eliminar calor pelo suor)  procure usar roupas leves;
4.    Com a baixa temperatura as pessoas costumam ingerir menos líquido.  A hidratação antes durante e após os exercícios é muito importante;
5.    Alimentação e atividade física sempre estão juntas uma completa a outra para melhorar os resultados. É importante uma alimentação leve antes de praticar exercício.
O mais importante é que você faça da atividade física um hábito diário e que ela seja praticada nas quatro estações do ano, pois mais importante do que uma boa estética é manter a saúde.

Referencias:

Evangelista, A. L. Treinamento de corrida de rua. São Paulo: Phorte, 2009.
Guedes, D. P. ; Souza Júnior, T. P.; Rocha, A. C. Treinamento personalizado em musculação. São Paulo: Phorte, 2008.
Scott. P., Edward. H. Fisiologia do Exercício: Teoria e Aplicação ao Condicionamento e ao Desempenho. 3.ed. São Paulo: Manole, 2000.

Bons Percursos!
Prazeres Souza
Professora de Educ. Física
CREF 000053-G/AL.
E-mail: prazeressouza@vipaerobic.com.br

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MULHER E A ATIVIDADE FISICA

 

Mulher
Mulher

Os benefícios da atividade física têm sido comprovados em ambos os sexos, entretanto, na mulher esta abordagem adquire algumas características próprias que incluem desde diferenças do perfil hormonal, passando pela incidência de determinadas patologias, até as respostas e adaptações ao exercício.
O exercício físico regular, realizado de maneira correta e associado à ingestão alimentar adequada, não interfere na função hormonal, se constituindo num importante instrumento para ganho de massa óssea, capaz de fazer, a partir da adolescência, a prevenção primária da osteoporose pós-menopáusica. As diferentes fases do ciclo menstrual parecem não interferir o desempenho durante a prática das atividades físicas. Alguns estudos sugerem ainda que a prática de exercícios causam alívio aos sintomas pré-menstruais em mulheres que se exercitam regularmente.
A atividade física na gestação é recomendada na total ausência de qualquer anormalidade, mediante a avaliação médica especializada. Durante uma gestação normal, quem já praticava exercícios pode continuar a fazê-lo, adequando a prescrição à gestação. Exercícios de flexibilidade são particularmente úteis na gestação para equilibrar a musculatura dorso lombar, abdominal e de assoalho pélvico. Exercícios respiratórios também são importantes por favorecerem a conscientização corporal e promovem trocas gasosas, estes são úteis ainda para o relaxamento o para o auxilio no trabalho de parto.
Durante o climatério, que é caracterizado pela diminuição fisiológica da função ovariana, ocorrem modificações em diversos tecidos-alvos, devido à carência hormonal que pode se estabelecer nesta fase. Os ossos têm seu equilíbrio alterado, podendo assim, apresentar graus variados de diminuição de massa óssea. O exercício físico preserva a massa óssea, tanto por ação direta do impacto sobre o esqueleto, como por ação indireta, pelo aumento da força muscular. Há a tendência da massa óssea ser proporcional a força muscular, pois a maior tração, exercida pelos músculos mais fortes, serve como estimulo para a mineralização dos ossos.

Referências:

- Leitão, M.B.; Lazzoli, et all. Posicionamento Oficial da Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte: Atividade Física e Saúde na Mulher, Rev. Bras. Med. Esporte , vol. 6, n? 6, p. 215-220, nov/dez, 2000.

- Pardini, D.P. Alterações Hormonais da Mulher Atleta, Arq. Bras. Endocrinol. Metab. , vol. 45, n? 4, p.343-351, ago, 2001.

Por: 

Prof. Luciano dos Santos Gomes (Mobi)
CREF: 016755-G/RJ
Fonte: Academia Planeta Corpo

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O que é o teste ergométrico, e quais são as suas indicações?

Teste
Teste

Com o grande crescimento da prática de atividades físicas, principalmente nas academias, o exame ou teste ergométrico passou a ser uma solicitação quase obrigatória para quem inicia um programa de exercícios. Sua importância está diretamente relacionada à possibilidade de, através desse teste, liberar um indivíduo para a prática de exercícios com um grau de segurança muito maior no que diz respeito a eventuais problemas cardiovasculares. Tecnicamente, o exame constitui-se em submeter o indivíduo à um esforço físico graduado, seja na bicicleta ergométrica ou na esteira rolante, e durante o esforço registrar o eletrocardiograma, medir a pressão arterial, e sobretudo acompanhar todas as manifestações clínicas que possam indicar qualquer tipo de limitação decorrente de um eventual problema. O importante é que esse exame deve obrigatoriamente ser realizado por um médico, com a especialização adequada para interpretar corretamente qualquer sinal de anormalidade. Como o teste deve levar o indivíduo a um esforço físico máximo, ele deve também ser realizado em instituição devidamente equipada para atender a qualquer intercorrência que eventualmente possa acontecer. Quando realizado com profissionais e equipamentos adequados, o teste ergométrico constitui-se no exame não invasivo de maior valor preditivo de problemas do coração e da circulação. Quando um indivíduo é portador de uma obstrução de artérias coronárias, problema causador do maior número de eventos de morte súbita por infarto do miocárdio, o teste ergométrico pode detectar precocemente sua ocorrência e permitir a intervenção preventiva. Entretanto, o que se deve alertar é quanto à realização de um exame muitas vezes aplicado nas academias, que erradamente é chamado de teste ergométrico. Esse teste é muitas vezes aplicado por um profissional não médico e consta simplesmente em submeter o indivíduo a um esforço físico na bicicleta ou esteira, e medir seus batimentos cardíacos e pressão arterial. Esse procedimento não pode ser chamdado de teste ergométrico e terá um valor clínico quase insignificante. Não se pode liberar um indivíduo para praticar exercícios somente com esse procedimento. Como esse exame geralmente é cobrado do indivíduo como se fosse um teste ergométrico, essa situação caracteriza quase uma fraude! Tenha cuidado ao escolher uma academia. Exija ser atendido por um médico para sua própria segurança. Este é um direito assegurado ao frequentador de academias pela própria legislação pertinente.

Prof. Dr. Turibio Leite de Barros Neto
Fonte: Corpo Perfeito

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A prática do Treinamento de Força (TF) com segurança e eficiência

 
Exercício de força

Exercício de força

 Nunca o Treinamento de Força (TF) esteve tão evidenciado quanto nos últimos 10 anos. Como forma de condicionamento físico para fortalecimento muscular, visto o crescente número de praticantes, como também tem sido assunto de impacto para muitos autores, merecendo publicações nacionais e internacionais. Treinamento de força, treinamento contra resistência, treinamento resistido ou musculação são termos, geralmente, utilizados para descrever uma variedade de meios de treinamento de força, resistência ou potência muscular, além de eventos de fisiculturismo e de levantamento de peso. (GERALDES, 2003). O TF ganhou destaque internacional a partir de 1990, quando o American College of Sports Medicine (ACSM) destacou os benefícios do treinamento e suas respectivas formas de aplicação, inclusive a determinadas populações até então excluídas (idosos, gestantes, hipertensos, obesos, diabéticos, fibromiálgicos e portadores de patologias diversas), ficando isentas, proibidas de praticarem esta forma de treinamento justamente pela falta de informações e de evidências científicas acerca do mesmo. De acordo com a ciência do Treinamento Desportivo, o segredo da adaptação contínua ao exercício é a aplicação do estímulo progressivo e sistemático, tanto para os indivíduos que buscam saúde como para os que almejam à melhoria da performance em todos os desportos, principalmente os de endurance (leia-se resistência), exemplos: a caminhada/corrida, a natação, ciclismo, as corridas de aventura, corridas de orientação, triathlon etc. Além disso, é necessário observar intervalos adequados entre a aplicação de estímulos quaisquer. A observação dessas regras permite que o organismo adapte suas estruturas exercitadas (Princípio da Especificidade). A adaptação gera uma redução crescente na capacidade de resposta a futuros estímulos, ou seja, “quanto mais treinado, menos treinável.” Então, esse processo, chamado de SAG (Síndrome da Adaptação Geral) paradoxalmente implica na redução de futuros ganhos e conduz à acomodação. Uma das tentativas de impedir o surgimento de um platô ou até mesmo num processo catabólico está em encontrar uma ou mais variáveis para que se queira treinar e planificar a aplicação do estímulo (Periodização do treinamento). Obviamente a oposição à acomodação não é a única função da planificação do estímulo. No TF, os indivíduos interessados em promover adaptações relacionadas à força, resistência ou potência muscular, impõem estímulos (ao tecido muscular) por meio de variações entre o número de séries, repetições e exercícios, além da velocidade de execução, do tipo de respiração, da amplitude de movimento (ADM), e tempo de pausa (entre os exercícios e séries), levando em consideração os objetivos do TF e sua aplicação, na saúde, na reabilitação e no complemento para o desempenho atlético. Lembrando ainda que, os métodos e sistemas de treinamento ordenam esses e outros fatores de forma característica visando à promoção do máximo da adaptação de cada indivíduo, pois, cada qual possui o seu potencial genético e respostas fisiológicas. Sendo assim, a prática do TF quando respeitado essas regras, passa a ter dois pontos fundamentais para o progresso do treinamento, que são: a segurança (para evitar lesões) e a eficiência (para alcance de metas), promovendo, sobretudo, a saúde, o bem-estar e a longevidade do praticante no seu sentido holístico.

Referências:

FLECK, Steven, J; KRAEMER, William J. Fundamentos do Treinamento de Força muscular. Porto Alegre: Artmed, 1999.

GERALDES, A. A. R. Princípios e Variáveis metodológicas do treinamento de força. Ver: Revista Sprint: Body Science. Rio de Janeiro (Maio/Junho, 2003).

TESCH, P. A. Musculação: Estética, preventiva, corretiva e terapêutica. Rio de Janeiro: Revinter, 2000.

HALL, Susan J. Biomecânica Básica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000.

BRENTANO, M. A; PINTO, R. S. Adaptações neurais ao treinamento de força. Ver: Rev. Bras. de Atividade física e saúde. 6(3), 2001.

WILMORE, J. H.; COSTILL, D. L. Fisiologia do Esporte e do Exercício. São Paulo: Manole, 2001.

ZATSIORSKY, V. M. Ciência e Prática do Treinamento de Força. São Paulo: Phorte, 1999.

Leitura recomendada:

ACSM. Progression Models in resistence training for healthy adults. Position stand, 2002.

CAMPOS, M. de A. Biomecânica da Musculação. Rio de janeiro: Sprint, 2002.

CARNAVAL, P. E. Cinesiologia da Musculação. Rio de Janeiro: Sprint, 2001.

MONTEIRO, Arthur Guerrini. Treinamento personalizado: Uma abordagem didático-pedagógica. São Paulo: Phorte, 2000.

HEYWARD, Vivian H. Avaliação física e prescrição do exercício: Técnicas avançadas. Porto Alegre: Artmed, 2004.

BAECHLE, Thomas R.; GROVES, Barney R. Treinamento de força: passos para o sucesso. Porto Alegre: Artmed, 2000.

Por:

CREF 000588-G/AL.
E-mail: arlisson_edf@hotmail.com
Graduado em Educação Física – UFAL.
Esp. em Fisiologia do Exercício aplicada à saúde e ao treinamento.
Consultor em esportes de endurance.

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A importância da flexibilidade para a prática de exercícios físicos.

A importância do exercício de flexibilidade

A importância do exercício de flexibilidade

Ao analisarmos os desportos ou um programa de condicionamento físico de não-atletas, verificamos que a flexibilidade é a qualidade física que com mais freqüência é encontrada, secundada pela resistência muscular localizada (RML).

Para melhor entendimento, flexibilidade é a, “Máxima amplitude de movimento voluntário em uma ou mais articulações, sem lesioná-las.” (ACHOUR, 1999).

Além desse indicador quantitativo, existem diversos fatores que resultam a importância qualitativa da flexibilidade no desempenho desportivo ou lúdico do ser humano. Eis alguns deles: aperfeiçoamento motor, eficiência mecânica, profilaxia de lesões, na recuperação do potencial de desempenho, no ajuste ideal de treinamento, expressividade e consciência corporal.

Outro fator relevante é o estado psicológico do indivíduo, pois, em situações de estresse ocorre um menor relaxamento muscular e uma conseqüente diminuição da flexibilidade, ou seja, a capacidade de descontração muscular, que é de extrema importância à performance física e ao processo  de aprendizagem, tem uma forte correlação com o desenvolvimento da flexibilidade.

Nas academias, a flexibilidade, pode ser trabalhada de duas formas básicas: em aulas específicas ou como parte de outras aulas, desde que com as metodologias bem aplicadas.

As aulas específicas, conhecidas vulgarmente como “aulas de alongamento”, pois metodologicamente deveriam ser denominadas de aulas de flexionamento, são perfeitas para aprimoramento desta qualidade física, quando bem orientada.

Para indivíduos que tem uma freqüência semanal diária (de 5 a 6 vezes), a dosagem ideal é realizar entre duas ou três aulas específicas.

Referências:

ACHOUR, Jr., A. Bases para exercícios de alongamento: relacionado com a saúde e no desempenho atlético. Londrina: Phorte editora, 1999. 2ª edição.

DANTAS, E. H. M. Flexibilidade: alongamento e flexionamento. Rio de Janeiro: Shape, 1999. 4ª edição.

HERNANDES, Jr. B. D. O. Treinamento Desportivo. Rio de Janeiro: Sprint, 2000.

Por:

Arlisson Câmara
(CREF0000588-G/AL,)
E-mail: arlisson_edf@hotmail.com

Graduado em Educação Física – UFAL.
Esp. Fisiologia do Exercício aplicada à saúde e ao treinamento – UNCISAL.

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