Correr reduz a depressão pela metade

Vamos correr!

Pesquisa da Universidade Southwestern diz que correr três vezes por semana é tão eficaz quanto os antidepressivos
Assim confirmou o doutor Trivedi, diretor do programa de pesquisa sobre transtornos do humor da Universidade Southwestern, do Texas: correr três vezes por semana é tão eficaz quanto os antidepressivos.

Pela primeira vez uma equipe conseguiu demonstrar que a prática de exercícios aeróbicos durante 30 minutos ao menos três dias na semana diminui quase pela metade os sintomas de uma depressão moderada. Esta impressionante descoberta é especialmente importante para os 150 milhões de pessoas em todo o mundo que sofrem com o mal. E tem mais, apenas 23% dos afetados buscam tratamento para a doença e só 10% recebe a terapia adequada.

A pesquisa observou, durante três anos, 80 pessoas, de 20 a 45 anos, com sintomas moderados de depressão. Os participantes foram divididos em quatro grupos distintos que realizavam exercícios em diferentes intensidades.

Os indivíduos que praticaram exercícios aeróbicos de maneira moderada ou intensa – cerca de 30 minutos – durante três a cinco dias por semana, experimentaram uma redução de 47% de seus sintomas depressivos após 12 semanas.

Por outro lado, nos participantes que realizaram atividade física de menor intensidade três dias na semana, os sintomas de depressão diminuíram cerca de 30% e no grupo que realizou exercícios de flexibilidade durante 15-20 minutos, a porcentagem foi de 29%.

Esta positiva resposta, graças aos exercícios, experimentada pelos pacientes com depressão é comparável aos resultados obtidos com medicamentos antidepressivos ou mesmo à terapia de comportamento cognitivo, explicam os investigadores.

Por exemplo, num estudo realizado pelo Instituto Nacional de Saúde Mental nos Estados Unidos, ficou comprovado que a diminuição dos sintomas depressivos era de cerca de 36% e no caso da terapia com remédios, uma redução de aproximadamente 42%.

Ainda que existam numerosos tratamentos para fazer frente à depressão, muitas pessoas ainda custam a procurar ajuda porque muitas vezes há preconceito e o estigma social relacionado a esse tipo de doença. O exercício oferece um tratamento alternativo para estes pacientes e, além do mais, pode ser recomendado a quase todos eles, porque não geram efeitos colaterais maléficos.

Fonte: Portal da Educação Física

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Acerte a postura para correr sem dor

Postura correta

Os atletas profissionais preocupam-se com ela do início ao fim do treino, não importa o nível de cansaço a que estejam submetidos. Uma boa postura é segredo para correr bem e com segurança. Isso porque, além de provocar ou agravar lesões, o encaixe desorganizado dos músculos e do esqueleto consome mais energia do seu corpo.

Normalmente, entretanto, a postura incorreta durante a corrida tem causas anteriores à pratica esportiva. A atividade física, nesse caso, pode até piorar alguns problemas (se não houver orientação profissional adequada). Quem sente algum tipo de dor, precisa consultar um ortopedista ou um fisioterapeuta antes de começar a correr.

Mas, encontrando um treino que respeite suas limitações, aproveite. O esporte aumenta o tônus e o alongamento muscular, aliviando a sobrecarga de peso em algumas regiões do corpo um abdômen flácido, por exemplo, força demais a coluna.

E importante: nunca deixe de fazer alongamentos. Eles aumentam a amplitude dos seus movimentos, evitando cãibras e lesões. Sentindo necessidade, caminhe um pouco antes de correr. A postura e os movimentos são os mesmos da corrida, mas em velocidade mais lenta. Por isso, andar melhora a coordenação motora e percepção do espaço (ajudando você a correr numa linha reta, por exemplo, sem precisar ficar olhando para o chão).

Raio-X do corredor

No movimento do trote ou da corrida, o cotovelo deve formar um ângulo de 90º entre braço e antebraço. As costas permanecem eretas, com o tronco levemente curvado para frente. O olhar também deve se fixar à frente, mantendo o pescoço relaxado. O movimento dos braços ajuda no equilíbrio e na coordenação das passadas de forma cadenciada. Os joelhos elevam-se a media altura, empurrando os pés à frente (pés e braços combinam-se de forma alternada: pé direito acompanha braço esquerdo e vice-versa).

Fonte: Minha Vida

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Fuja dos sete erros mais comuns de quem curte correr

Corrida

A corrida parece ser um esporte simples, mas, por ser intensa e exigir uma grande quantidade de energia do corpo, ela pode trazer sérias complicações se não for bem programada. Os erros relacionados a essa atividade física são muito comuns. Lesões músculo-esqueléticas, desmaios e cãimbras estão na lista das consequências de um treino mal dosado. Para evitar que você tenha esses incômodos, estipulamos uma série de erros que podem prejudicar seu desempenho e sua saúde. Confira abaixo.

Não consultar um profissional

O principal erro é começar a correr de qualquer jeito , afirma o treinador Alexandre Maximiliano. O sedentário que começa, e mesmo o corredor parado que volta, deve passar pelos mesmos procedimentos. Consultar um médico é imprescindível. E passar por uma avaliação com educador físico pode  melhorar os resultados. Além de evitar danos à saúde.

Não variar o treino

O ganho de condicionamento é resultado da adaptação do corpo ao estresse imposto. Para que exista evolução, é preciso uma contínua carga de estresse e estímulo. Sem variação não há evolução. Quem faz sempre o mesmo treino chega a um nível de condicionamento e ali fica , explica o técnico Renato Dutra.

Não encarar os pontos fracos

É humana a preferência por atividade nas quais as pessoas se sentem mais confortáveis. Por isso, não são raros corredores que cabulam os treinos de velocidade porque não se saem bem neles, ou triatletas que por terem na natação sua pior disciplina só encaram a piscina uma vez por semana. É importante praticar a atividade física que você gosta, mas incluir outras atividades na sua rotina de exercícios melhora o desempenho na corrida.

Não ter um objetivo ou ter um inatingível

Sem um objetivo, o entusiasmo para treinar e competir acaba. Não precisa ser uma competição. Pode ser um objetivo estético ou o ganho de saúde , exemplifica a treinadora Cristina de Carvalho. Tem muita gente que começa achando que vai ser igual ao [corredorqueniano] Paul Tergat, mas acaba desestimulada e desiste , diz Alexandre Maximiliano.

Treinar e competir excessivamente

A virtude está no meio termo, tudo que é em excesso dura pouco. Treinar muito, sem respeitar os descansos necessários para a recuperação do corpo, pode trazer lesões, overtraining, queda de rendimento e desmotivação.

Insistir em correr lesionado

Pequenas lesões fazem parte da vida de quem quer superar limites. O problema é não tratá-las corretamente ou voltar aos treinos antes que estejam curadas. O risco é agravar o quadro ou torná-lo crônico.

Largar muito forte

Tanto faz se é uma prova ou um treino importante. Quem começa em um ritmo muito forte está arriscado a ficar com os músculos tão cheios de ácido lático que não chegará ao final.

Fonte: Minha Vida

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Siga as dicas para correr no verão sem passar mal

Correr no calor

Para praticar atividade física ao ar livre, é preciso saber se proteger do calor. Caso contrário, vários problemas podem colocar seu treino em risco: hipertermia, moleza, desidratação ou até mesmo cãibras, ainda mais se você for um corredor que pegou leve o ano todo e resolveu investir no exercício só na estação mais quente. “É essencial se preocupar com o horário da corrida ao ar livre, priorizar tecidos leves e manter o corpo sempre hidratado”, afirma o fisiologista Diego Barros, do HCor. Confira os problemas mais comuns dessa época e veja o que especialistas recomendam para evitá-los.

Hipertermia

A hipertemia acontece quando o corpo atinge uma temperatura muito alta, prejudicando o funcionamento de muitos órgãos e o próprio metabolismo. “A partir de 41 graus, começam os riscos graves à saúde, incluindo desmaios e perda de consciência, além de sangramentos no nariz”, afirma o médico do HCor. Para evitar essa reação do corpo, é preciso praticar exercícios em horários em que o sol esteja mais ameno, utilizar roupas que facilitem a transpiração e não se esquecer de beber água.

Desidratação

“Com a redução de líquidos no corpo, o sangue fica mais espesso, a pressão arterial cai e rins, fígado e coração passam a ter funcionamento prejudicado”, afirma o fisiologista Diego Barros. “Em estágios mais severos, ocorre perda de coordenação, confusão mental e até a morte.”

Além de água, o corpo perde sais minerais quando exposto ao sol. “Numa corrida de intensidade moderada, o atleta pode perder até um quilo do peso corporal”, afirma o especialista. O cardiologista Nabil Ghorayeb, do HCor, afirma que a reposição apenas com água costuma ser suficiente. “Caso a perda ultrapasse dois quilos, isotônicos são indicados. Além de água, eles contêm altas doses de sais minerais”, diz.

Terminada a corrida, o cardiologista recomenda outro cuidado: ‘Evite bebidas alcoólicas em seguida ao treino. Tome apenas água ou suco de frutas na primeira hora para repor carboidratos e líquidos”.

Cãibra

Durante a corrida, as altas temperaturas do verão podem levar à perda de água e à queda no nível de sódio do corpo. “Além da perda de sódio pelo suor, há o uso deste sal, presente no músculo, quando acaba o glicogênio (substância que serve de fonte de energia para as atividades). Como resultado, há o aumento de contrações espontâneas dos músculos, ou seja, as cãibras“, afirma o ortopedista Moisés Cohen, da UNIFESP.

Para evitar esse problema, é importante:
1.Alongar e aquecer a musculatura antes de iniciar a atividade física;
2.Hidratar-se antes, durante e após a atividade física;
3.Tomar isotônicos durante os intervalos de corridas intensas;
4.Ingerir carboidratos nas refeições, evitando o uso de proteína muscular como forma de energia.

Preguiça típica do calor

A causa dessa moleza do verão pode ser a redução da pressão arterial, provocada pelas altas temperaturas. “Para reduzir a preguiça, é conveniente fazer refeições mais leves, de fácil digestão, e manter uma garrafa de água sempre próxima”, recomenda o fisiologista Diego Barros, do HCor.

Insolação

O excesso de sol pode causar sintomas como falta de ar, dor de cabeça, náuseas e tontura. “Para evitar a insolação, é necessário evitar os raios entre 10 e 15 horas, passar sempre protetor solar, usar bonés e beber água sempre”, indica Diego Barros.

Queimaduras na pele

Não adianta passar protetor solar uma vez só no dia e achar que ele vai durar durante toda a corrida. “É preciso repassar a cada duas horas, pois o suor atrapalha a durabilidade do protetor”, afirma a dermatologista Gabriela Casabona, de São Paulo.
Tenha cuidado também na escolha da camiseta, preferindo um modelo com proteção UV no tecido. “Nada de roupas que impeçam a troca de calor com o ambiente, como tecido de nylon e moletom. Use algodão ou dry-fit, já que ambos também ajudam a prevenir desidratação e hipertermia”, aconselha o cardiologista Nabil Ghorayeb.

Desconforto na vista

O uso de óculos escuros é muito mais do que uma questão estética. “Óculos de qualidade, que absorvem e refletem os raios solares durante a prática de esportes, ajudam a prevenir doenças oculares, como a catarata”, esclarece o oftalmologista Virgílio Centurion, diretor do Instituto de Moléstias Oculares. Segundo ele, a luz ultravioleta pode causar sensação de corpo estranho nos olhos, dor e irritação ocular. “O desconforto costuma aparecer de seis a dez horas após a exposição aos raios solares e pode chegar à perda da visão com o passar do tempo”, afirma.

Fonte: Minha Vida

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Especialistas desmentem mito sobre prejuízos físicos da corrida

Corrida

Ao mesmo tempo em que ganha adeptos em todo o Brasil, a corrida de rua tem afastado possíveis iniciantes das pistas por conta de supostos prejuízos provocados pela prática esportiva. Muitas pessoas afirmam, sem qualquer respaldo científico, que os efeitos no corpo, ao contrário do esperado, podem ser bastante desfavoráveis: as temidas varizes cresceriam nas pernas, a pele ficaria flácida e os seios perderiam a firmeza. Antes mesmo de descobrirem se os contos são verdadeiros, as mulheres, geralmente mais vaidosas, abandonam — ou nem começam — os treinamentos.

De forma geral, a resposta para as falácias se encaixa no bordão: “Toda mentira tem um fundo de verdade”. Para o desespero dos praticantes da corrida de rua, os prejuízos podem, de fato, ocorrer. O erro, porém, está em considerar a prática esportiva como a principal vilã. Maior exemplo disso está no suposto envelhecimento da pele — um dos efeitos mais assustadores, mas no qual a servidora pública Edla Rose Monteiro não acredita. Aos 46 anos, na fase em que normalmente há maior preocupação com o avanço da idade, ela corre até 14km, três vezes por semana, com tranquilidade.

“Minhas amigas dizem que eu vou ficar velha. Corri durante muitos anos e estou voltando agora, mas nunca percebi qualquer alteração. Vejo esses dizeres mais como uma desculpa para quem não quer fazer nada”, diz a corredora, ao revelar que exagera no uso de protetor solar quando corre durante o dia. A atitude simples é a mais indicada pelos especialistas. “O que envelhece é o sol, não o esporte. Muitos maratonistas se protegem apenas no início das provas e, depois de três horas e com o suor abundante, é claro que o efeito passa. O resultado é uma pele feia”, explica Gilvan Alves, presidente da regional candanga da Sociedade Brasileira de Dermatologia, ao acrescentar que a solução é ter sempre à mão um filtro solar em spray.

Em relação à perda da rigidez corporal, o dermatologista dispara: “Flacidez aparece em quem está em casa vendo televisão”. Na opinião dele, dizer que a corrida torna a pessoa “mole” é um absurdo, já que a atividade, ao contrário, fortalece os músculos inferiores e abdominais, os quais seguram a pele ao redor.

Preservando a beleza

Nos membros superiores, não estimulados durante as corridas, há chance de ocorrerem alterações indesejáveis. A principal delas é na altura dos seios, que podem ficar mais baixos — ou caídos, na linguagem popular — em corredoras profissionais ou de longas distâncias. “Mas não há motivo para alarde. A recomendação é que se use um top bem apertado, para que mantenha as mamas compactas e oscilem menos durante a movimentação”, explica Jomar Souza, presidente da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte.

Além disso, o médico aponta que, como em qualquer prática de exercício físico, o primeiro fator a se cuidar é a alimentação. Feita de forma incorreta, haverá redução de peso não por gordura, mas da massa muscular, o que acarreta na flacidez. “Se as refeições forem equilibradas, não há necessidade de fazer suplementação de colágeno, proteína responsável por fortalecer os tecidos”, afirma Souza.
Super Esportes via Portal da Educação Física

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Circuito da Lua Zé Aprígio ajudará ONG Pró-Amor; inscrições estão abertas

Participem!

Participem!

O Circuito da Lua Zé Aprígio que acontece no próximo dia 13 de dezembro será marcado pelo apoio dado à Organização Não-Governamental (ONG) Pró-Amor. A renda arrecadada será destinada ao centro de recuperação que ajuda crianças carentes de três a sete anos em Maceió.

Os atletas percorrerão 5 km pela orla de Maceió. Os cinco primeiros colocados ganharão troféus e todos os participantes receberão medalhas pela participação. A expectativa da organização é que 1.200 pessoas participem da 4ª edição do circuito. A concentração vai acontecer no Alagoinhas.

Podem participar pessoas acima de 15 anos e que estejam com uma vida saudável. Uma das organizadoras do evento, Stela Bittencourt, afirma que o objetivo é estimular a prática de esportes e uma vida com saúde e lazer.

Os interessados têm até o dia 11 de dezembro para fazer a inscrição nas lojas Authentic Feet. Até o dia o dia 04 de dezembro, as inscrições custam R$ 35 e, depois do dia 5, o valor será de R$ 50.a

Fonte: Portal Tudo na Hora

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Cuidado com o calor

Calor

Calor

Com a chegada do verão, todo o cuidado é pouco quando o assunto é temperatura corporal. Durante a corrida, o calor interno do atleta tende a aumentar, podendo causar um superaquecimento. É por isso que o corpo sua, para tentar manter a temperatura ideal, que varia entre 36 e 37°C. Em dias de muito sol e calor, porém, é necessário ficar atento e tentar contribuir com seu corpo para que ele consiga driblar a alta temperatura interna, senão os riscos para sua saúde aumentam.

A falha desse controle, chamado de termorregulação, seja por fatores externos, com a exposição ao sol, ou internos (febre, por exemplo), podem levar à hipertermia – incapacidade do corpo de promover a perda de calor. “A partir de 37,5 até 40°C é um momento para ficar atento, pois se a temperatura corporal passar dos 41ºC pode provocar convulsões, entre outros problemas”, revela a cardiologista especializada em medicina do esporte, Isa Bragança, diretora da Clínica Médica Desportiva CardioMex.

Quando a temperatura do corpo ultrapassa o nível normal de calor, alguns problemas podem ocorrer, como por exemplo:

• Desmaio – Devido à vasodilatação dos membros inferiores, reduzindo assim o fluxo sanguíneo cerebral;

• Exaustão – Quando a perda de liquido atinge 1 a 2% do peso corporal total “o indivíduo sente fraqueza, tontura, sede, fadiga e confusão mental”, explica Isa.

• Colapso – Em casos extremos, quando a temperatura chega aos 42º C, ocorre a “rabdomiólise”, que é a lesão dos tecidos musculares, podendo levar à morte.

Para não correr o risco de sofrer com nenhum dos problemas citados, basta seguir algumas dicas e mudar certos hábitos. A ingestão de líquidos, especialmente água, antes, durante e depois das provas e treinos é muito importante – sobretudo, claro, nos dias quentes. Além de itens de proteção ao sol – óculos, bonés e viseiras, vestimentas adequadas (leves, e de preferência, esportivas) para não prejudicar a perda de suor e evitar treinos e maior exposição solar entre 11 e 16 horas.

Mais dicas para manter sua termorregulação “em ordem”:

* Não seja um atleta de fim de semana. Treinar regularmente irá melhorar seu condicionamento físico e, consequentemente, sua termorregulação;
* Aclimate-se ao calor fazendo alguns treinos mais leves quando a temperatura estiver mais elevada, até seu corpo se acostumar.
* Evite treinar quando estiver com febre;
* Não exagere! Faça treinos em níveis condizentes com sua capacidade física;
* Sempre que possível permanecer em locais protegidos pelo sol;
* Consuma muita água e sucos;

Mudança repentina

São comuns os dias em que você sai de casa para correr, numa manhã nublada e fria, e no meio do treino surge aquele sol forte que eleva em minutos a temperatura. Nessas situações, independente da estação do ano, é adequado ir para o treinamento com uma vestimenta apropriada para o calor, porém com uma blusa ou agasalho, por exemplo. Assim você estará protegido do frio, mas preparado para um possível treino quente.

E a dica vale também para o inverso. “O atleta deve ficar atento ao local que irá correr, pois o verão é uma estação de bastante chuva. Por isso, é bom levar roupas pós-treino, caso chova, e atentar à alimentação e ao descanso em épocas de inversão térmica muito bruscas”, aconselha o treinador Diego Lopez, diretor técnico da Trilopez Assessoria Esportiva, lembrando que essas oscilações de clima podem prejudicar a saúde e o desempenho do atleta.

Por Fernanda Silva
Fonte: O2 Por Minuto

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1ª Corrida Dia da Bíblia

Participem!

Participem!

A 1ª Corrida dia da Bíblia acontecerá no domingo dia 04 de dezembro. As inscrições poderão ser feitas na igreja Batista do Pinheiro e o valor é R$10,00. Os 200 primeiros inscritos terão direito a camiseta do evento. A largada terá inicio às 7hs30 em frente à igreja Batista do Pinheiro e opercurso será de 5km pelas ruas do bairro. Mais informações com Coordenador da corrida  Professor Júnior Galvão (82) 8881-3667.
Participem!!!

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Advogado de 69 anos venceu alcoolismo e câncer com a corrida

Coryntho Neto

Coryntho Neto

O advogado Coryntho Neto conta que, em 1996, tinha uma rotina bem regular: acordava cedo, ia para o escritório e, lá pelas 11h, tomava algumas doses de uísque, sem o qual não conseguia manter a concentração nos afazeres profissionais. No fim do dia, ele bebia um pouco mais, totalizando quase 1 litro por dia. Coryntho estava com 94 kg (1,60 metro) e com problemas de relacionamento com a mulher e os filhos. “Minha vida estava um inferno”, resume ele.

No fim daquele ano, durante uma palestra num grupo de apoio a alcoólatras, ouviu um médico falar do alcoolismo como doença e de como tal vício era prejudicial ao organismo. Saiu da palestra aturdido e assustado e decidiu que era hora de mudar de vida. Começou a fazer caminhadas no Parque do Piqueri, zona leste de São Paulo, e trocou o uísque pelos isotônicos. A atividade física lhe deu novo ânimo e o ajudou a voltar a ter uma vida pessoal e profissional mais equilibrada: “Nunca mais pus uma gota de álcool na boca. A corrida me ajudou a ter mais disposição no trabalho e me reaproximou da minha família e dos meus filhos”, afirma Coryntho, que hoje pesa 70 kg.

Em 1997 começou a correr e, no ano seguinte, participou da primeira prova, os 10 km da Corrida do Centro Histórico Bovespa-OAB-SP. Ele completou a distância em 58 minutos. E começou a fazer uma média de oito corridas por ano, variando a distância entre os 5 e os 10 km.

PERDENDO A VOZ

Mas o grande problema de Coryntho ainda estava por vir: na metade de 2005, ele teve um câncer na laringe. O alcoolismo e as três décadas de tabagismo (1965 a 1995) contribuíram bastante para o surgimento da doença. “Existe uma relação direta entre a quantidade de tabaco consumida e os riscos de câncer nas vias aéreas”, explica o médico de Coryntho, Luiz Paulo Kowalski, livre-docente em oncologia na USP.

As sessões de quimioterapia e radioterapia o ajudaram a melhorar e até permitiram que ele voltasse a correr em 2006. Só que a doença retornou em 2007, mais avassaladora. Após consultar oito médicos, ele procurou Kowalski, que informou que a única alternativa seria a laringectomia (retirada da laringe, local no qual estão as cordas vocais, numa operação que comprometeria a integridade das vias respiratórias). Coryntho encarou o desafio com coragem e esperança, como atesta seu médico: “Ele sempre teve uma visão otimista sobre as possibilidades de cura. Enfrentou com coragem e determinação as diversas etapas do tratamento e se adaptou bem a essa nova condição, vivendo com uma qualidade de vida muito boa”.

A cirurgia foi um sucesso, mas o obrigou a andar com um protetor para a garganta (semelhante a um babador). A nova condição o impede de comer alguns alimentos (como carnes muito duras) e transformou a voz de Coryntho num sussurro rouco. Além disso, ele precisa fazer uma sessão semanal de fonoaudiologia. Mas nada disso o impediu de voltar às provas em 2008 ou afetou o bom humor do advogado. “Eu corro cinco vezes por semana, participo de provas, sou querido pela família, admirado pelos amigos e o mais disposto na fonoaudiologia. Vou reclamar do quê?”, sussurra animado.

Não é nenhum exagero afirmar que os anos de corrida foram de grande ajuda para que o advogado superasse as adversidades da doença. “O exercício ajudou a aumentar a resistência cardiorrespiratória e vascular do Coryntho, o que foi muito importante para sua recuperação”, diz o doutor Kowalski.

Durante a semana, Coryntho corre 6 km por dia, de terça a sexta-feira. Aos sábados, ele faz seus treinos longos, de 9 km. “Cumprimento todo mundo no parque, todos me conhecem e são simpáticos comigo. Saio da corrida com 40, 50 desejos de bom dia”, conta. E ele tem mesmo o dom de formar uma legião de corynthianos. “Em dois curtos encontros em corridas, me encantei por ele”, comenta a médica, corredora e amiga Sunao Nishio.

Por Pedro Proença
Fonte: Runner’s Word Brasil

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5ª Etapa do Circuito Popular de Corrida de Rua

5ª e última etapa

5ª e última etapa

A SEMEL – Secretaria Municipal de Esporte e Lazer realizará no próximo domingo dia 20 de novembro a 5ª Etapa do Circuito Popular de Corrida de Rua. A prova tem o percurso de 5 Km para adultos e acima de 16 anos, 200 metros para crianças de 8 a 10 anos, 400 metros de 11 a 13 anos e 800 metros de 14 e 15 anos. Esta acontece a partir das 15hs na Praça Padre Cícero no Benedito Bentes 1.
As inscrições deverão ser feitas até sexta feira dia 18 de novembro de 2011 mediante preenchimento da ficha de inscrição e a doação de 2kg de alimentos não perecível nos seguintes locais: Não haverá inscrições no dia da competição.

  • Academia Max Form (Rua da Super Pizza no bairro do Farol);
  • No Coreto do Benedito Bentes 1;
  • Vila Olímpica Lauthenay Perdigão.

Mais informações com o Professor Daniel Costa 88690444

Baixe AQUI a ficha de inscrição.

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